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O mesmo blog mas em outro lugar. Na verdade é só uma opção para falar alguma coisa usando mais de 140 caracteres.
CRIMINAL MINDS provou que também é pop. Uma das melhores - e mais sérias - tramas da TV resolveu ficar um pouco mais leve neste sétimo episódio da quinta temporada. Mesmo sem fugir da estrutura normal, Criminal Minds resolveu fazer uma homenagem à modinha vampiresca que assola o cinema e a TV (as emissoras, não os aparelhos, diga-se de passagem). [Piada interna] Com a direção do célebre John Badham, conhecido por seus sucessos War Games, Saturday Night Fever e o clássico Dracula, de 1979, a equipe da BAU vai para Los Angeles investigar uma série de assassinatos cometidos por um suposto vampiro. A história gira em torno de Dante, um sub-Marilyn Manson interpretado pelo vocalista do Bush, Gavin Rossdale. O popstar arrebanha uma legião de fãs se valendo da sua imagem vampiresca. Quando uma fã aparece morta com sinais de que seu sangue foi sugado, Morgan, Hotch e cia. se tocam para LA.
*** PODE CONTER SPOILERS PARA QUEM NÃO VIU O EPISÓDIO ***
Chegando lá, não demoram muito para descobrir que Dante está, de alguma forma, vinculado aos crimes. A equipe mostra-se meio desentrosada com a nova liderança de Morgan. Reid, sempre muito competente, erra feio no perfil, fazendo com que JJ fique numa situação de perigo. A resolução do caso foi meio forçada, até pelo fato do episódio deixar claro que, obviamente, Dante não era o culpado. Uma reviravolta fraca foi criada, salvando a pele do cantor. Enfim, um episódio fraco para os padrões de Criminal Minds, mas mesmo assim, legalzinho de ver. Afinal, um episódio que começa com uma versão bem boa de Love Will Tear Us Apart já vale os 42 minutos na frente da tela.
(também publicado no Fora de Série)